Assistimos a: Rogue One

Título Original: Rogue One

Duração: 134 minutos

Ano de Lançamento: 2016

Diretor: Gareth Edwards

País: Estados Unidos

No meio da luta incansável da Aliança Rebelde para derrubar o Império, o capitão Cassian Andor (Diego Luna) da Inteligência Rebelde recebe a informação de que o famoso cientista Galen Erso (Mads Mikkelsen), conhecido cientista militar imperial, enviou uma mensagem desesperada para o seu antigo amigo rebelde Saw Gerrera (Forest Whitaker) informando que o Império está desenvolvendo uma arma poderosa capaz de destruir planetas inteiros.

Temendo que isso possa ser verdade, e que o Império está prestes a obter uma grande vantagem sobre toda a galáxia, o comando rebelde envia o capitão Andor para localizar Jyn Erso (Felicity Jones), a filha de Galen e antiga protegida de Saw, para abrir as portas com o rebelde extremista para autenticar a mensagem enviada por seu pai. O oficial rebelde a resgata de um campo de trabalho imperial em Wobani, e assim eles recebem a missão de fazerem contato com Saw e verificarem se o piloto desertor diz a verdade, e se a galáxia realmente enfrentará tamanho poder inimigo. Começa então a missão desesperada que vai determinar o futuro dos rebeldes e da liberdade através da galáxia.


Um verdadeiro filme de guerra do universo Star Wars, Rogue One apresenta a história que todos os fãs da saga queriam descobrir há muito tempo: o famoso roubo dos planos originais da Estrela da Morte, missão que permitiu os rebeldes encontrarem a falha crítica no reator e destruírem a arma monstruosa. Porém o filme não é como os outros, com a história séria, mas sem grandes batalhas, e sim um épico de ação que vai, durante duas horas, prender o público sem fôlego na cadeira do cinema.

O filme apresenta grandes discussões filosóficas sobre o Império e a Aliança, revelando algumas verdades sombrias sobre o que os rebeldes precisaram fazer durante a sua luta para proteger a liberdade na galáxia, atitudes que são muito questionáveis mesmo em tempos de guerra. Isso vai ao oposto do Episódio IV e VI, onde a destruição das duas Estrelas da Morte e a morte de milhões de soldados imperiais não parece ter peso para os guerrilheiros da liberdade, enquanto no spin-off cada vida conta.

A trilha sonora é fantástica, mesclando trechos lindos das trilhas originais com temas novos do filme, mostrando o velho e o novo se misturando em algo maravilhoso. Quando você escuta alguns acordes da Marcha Imperial ou do tema da Força, o coração parece perder algumas batidas enquanto você é levado de volta para anos atrás, quando a trilogia clássica estava estreando nos cinemas e todos imaginavam como ser um Jedi ou um stormtrooper, e em como conseguir comprar todas as peças colecionáveis dos filmes.

E, como era esperado, as referências aos filmes originais são muitas e deixam todos os fãs agradecidos por tal obra. Vemos personagens conhecidos da trilogia original e uma série de objetos em cenas rápidas que mostram as conexões do vasto universo com o seu primeiro spin-off oficial no cinema, além do final, conforme prometido, termina minutos antes do começo do Episódio IV com um toque perfeito. Os fãs saem das salas de cinema e correm para assistir Uma Nova Esperança para pegarem o gancho e assistirem imediatamente à sequência.

Rogue One está facilmente entre um dos melhores filmes do ano, tendo conquistado um final de semana de estreia espetacular de bilheteria e prometendo arrecadar muito mais durante o tempo que ficar em cartaz.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *